Hello, my friends!
Como vocês estão?
Esses dias estive refletindo sobre como as pessoas mudam com o tempo e acabam mostrando que, muitas vezes, não foram totalmente verdadeiras desde o início. No fundo, todos queremos mostrar a nossa melhor versão, mas nem sempre conseguimos sustentá-la por muito tempo. Por isso, prefiro ser transparente com as pessoas. Vou logo avisando: sou chata, reclamona, ciumenta, rabugenta, nada sociável, chorona ao extremo, não sou boa em conversas elaboradas ou em criar respostas mirabolantes. Odeio enrolação (principalmente quando estão tentando me enrolar), sou debochada e tenho o péssimo hábito de rir em qualquer situação. Ah, e sou sincera. Gosto que sejam sinceros comigo, mas, por favor, sem grosseria, tá?
Confesso que já me preocupei muito com o que os outros pensavam de mim. E, sim, ainda me preocupo, mas não como antes. Hoje, valorizo mais a ideia de não viver presa aos meus próprios medos. É realmente importante se conhecer, entender seus limites e se aceitar.
Curiosidades sobre a Mitti
- Sou uma mulher de 32 anos, com alma de velha e aparência jovial.
- Tenho muitos fios brancos desde criança.
- Por causa dos cabelos brancos e do meu jeitinho rabugento, meu avô me apelidou de “vovó”. Até hoje ele me chama assim.
- Não terminei minha faculdade de farmácia.
- Sou mãe de um príncipe de 8 anos.
- Sou uma mãe atípica e minha vida gira em torno do meu pequeno.
- Não gosto que pessoas estranhas me toquem; isso me deixa extremamente desconfortável.
- Sou teimosa até não poder mais.
- Amo ficar em casa.
- Quando tinha 8 anos, vi um louva-a-deus no quintal de casa e achei que era um alienígena. 😂
- Minha cor favorita é azul.
- Estou sempre disposta a ajudar, mas odeio que abusem disso.
- Tenho um certo bloqueio social.
Já fiz outros posts seguindo esse mesmo tema e, para ser honesta, acho que pouca coisa mudou. Porém, com o passar dos anos, novas camadas foram sendo acrescentadas. No fundo, acredito que não mudamos completamente; apenas deixamos de fazer algumas coisas, amadurecemos outras ideias e desenvolvemos novos gostos. Continuamos sendo o mesmo ser, mas agora com muitas camadas de aprendizado.
Espero que, algum dia, eu encontre alguém que consiga me decodificar e me aceitar exatamente como sou. Essa mulher cheia de camadas, feridas e cicatrizes. Alguém com a mente repleta de ideias e conceitos simples, mas que valoriza o quanto é libertador ser você mesma.
É isso, galera!
Kisus
Até a próxima. 💙
Mitti, o que mais me pegou foi a história do louva-a-deus!Imagino a cena de uma mini você encarando o bichinho, tentando entender se tinha acabado de fazer contato com outra espécie. E o pior é que, olhando bem, eles realmente parecem alienígenas com aqueles olhos enormes e patas alongadas. Eu teria surtado!
ResponderExcluirOutra coisa que achei marcante foi o apelido de "vovó" do seu avô, tem algo de muito fofo e ao mesmo tempo engraçado nisso. Dá pra sentir o carinho por trás, mas também imagino a criança em você revirando os olhos toda vez que ele chamava assim. Acho incrível como esses pequenos apelidos grudam e se tornam parte da nossa identidade, né? Aposto que, no fundo, você até gosta!
Até breve!
Beijos ~
https://justmegabs.blogspot.com/ || Just me.
Acho maravilhoso quando envelhecemos junto com nossos blogs, surreal, posto desde os 13 e agora com 26, fico: Minha nossa, quem eu serei daqui os meus próximos anos. Mas não tive filhos, e nem casei. Apenas continuo com meu blog (risos)
ResponderExcluirhttps://lenajackblack.blogspot.com/
Lena Jack Black ~