Kokeshi Dolls


Ohayoo meus docinhos! 

Como esta indo o feriado de vocês? O meu esta super *u* (durmo mais do que curto o feriado). Hoje vim fala das bonecas tradicionais japonesas. Vocês com certeza já devem ter visto algumas dessas bonequinhas kawaii's não é? Eu tenho uma que ganhei, mais não é japonesa, ela é chinesa. Elas se chamam Kokeshi e começaram a ser fabricadas no século 19, por artesãos japoneses que resolveram usar as sobras de madeira para fazer algo simples, porém criativo e 100% artesanal. A forma de arte do kokeshi repousa sobre o princípio criativo da beleza e da arte através da simplicidade. Amo coisas simples, costumo dizer que é mais bonito do que aquelas peças extravagantes e chamativas. 


São constituídas apenas por um tronco simples, com detalhes florais em vermelho, preto ou amarelo e na parte superior, uma esfera representando a cabeça com expressões faciais, tudo pintado à mão. Uma característica das bonecas kokeshi é a ausência de braços ou pernas. A parte inferior é marcada com a assinatura do artista e por último é passado uma camada de cera para dar o acabamento.

Simbolismo das bonecas Kokeshi

Surgiram inicialmente na região de onsens (águas termais) para serem vendidas aos visitantes e turistas. Há uma crença de que a cabeça redonda e seu corpo comprido era usada como ferramenta de massagem nos visitantes dos spas. Outros acreditam que as bonecas tenham conotação sexual devido ao seu corpo fálico.
Durante o período Edo, eram consideradas as guardiães das crianças e detentores de suas almas. Ter uma kokeshi significava que ela ajudaria a manter seus filhos saudáveis, além de mantê-los longe do mal. Mas o seu simbolismo mais conhecido é em relação à amizade, pois dentro da boneca tem um orifício que serve para se colocar uma mensagem, antes de entregar à alguém de presente.
Legal, eu não sabia desse orifício. Agora eu sei o que dar de presente para os meus amigos *u*.
A bonequinha em muitos países da asia é relacionado a morte de crianças, que naquela época era muito rigoroso ao caso do crescimento da população. Então eles tinham que assassinar os bebes depois dos nascimento. Diferentemente da China e algumas partes da Ásia, essa prática terrível não foi direcionado somente contra bebês do sexo feminino, mas foi usado de forma fria e imparcial para manter o equilíbrio dos números entre homens e mulheres e assim garantir a continuidade e a estabilidade do grupo.
Este é outro motivo que faz algumas pessoas relacionarem o fato da boneca Kokeshi não ter braços nem pernas. Dizem também que as kokeshi dolls antigas do Edo são artigos raros hoje em dia, devido a um ritual, onde se queimava a boneca, como forma de libertar a alma da criança e assim seu espírito recuperar a paz.
Bom, mas isso são só suposições... o que importa é que as bonequinhas são lindas e muitas pessoas no mundo inteiro gostam de colecioná-las. É também um ótimo souvenir para se dar à alguém especial para nós, como forma de demonstrar nossa amizade, além de desejar sorte e felicidade para este alguém.
Hoje em dia, elas ganharam um designer mais moderno e contemporâneo e apesar de ter começado como uma moda comercial, hoje evoluiu para algo simbólico.
Podem não ser tão populares quanto um dia já foram, porém elas são muito queridas por fazerem parte da cultura e tradição japonesa. 
Min'na espero que tenham gostado do poste. Amo essas bonequinhas. E é isso por hoje.
Kisuss
Baibai

5 Comentou m(._.)marigatou :

  1. Eu adoro essas bonequinhas, acho elas mt kawaii

    ResponderExcluir
  2. Que fofas *O* Adorei elas :)
    Parabéns pelos 300 seguidores Mi ^^
    Beijos e bom feriado ><

    ResponderExcluir
  3. eu amo estas bonequinhas...
    e Mitti-san to passando para dizer que mudei o nome do meu blog..
    antes era Bloco kpop.
    Agora o nome é Dazzling World e a
    url é:
    http://dazzling--world.blogspot.com.br/

    desculpa o transtorno

    beijos

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Okey! Vou muda la o link e o nome.
      Não fez nada. Obrigada por avisar.
      Kisuss

      Excluir

 
Layout feito por Adália Sá | Não retire os créditos